The Gossip
Novo álbum da banda da divertida Beth Ditto, essa mesma que "empresta" sua imagem aqui pro topo do blog.
Novo álbum da banda da divertida Beth Ditto, essa mesma que "empresta" sua imagem aqui pro topo do blog.
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p.z.
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15:27
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Banda legal pra caramba, do Illinois, EUA - terra do primeiro reator nuclear do mundo. Timbres limpos de guitarra, um baterista animal, o som é muito bem feito. Algumas vezes a banda me lembra muita coisa foda (bear vs. shark, karate, sharks keep moving).
taí:
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nathan
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16:46
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Bandinha firmeza oriunda de Washington D.C., a capital do post-hardcore dos anos 90. Morreu em 2002.
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p.z.
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15:45
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Sim, esse é o tão aguardado novo álbum dos death metaleiros arizonenses do Job for a Cowboy. Não recomendado para ouvidos sensíveis.
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p.z.
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11:51
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Eu poderia dizer aqui quem são os integrantes do Russian Circles, de onde eles são, que tipo de música eles fazem. Mas ao invés disso eu só vou dizer que eu não consigo mais parar de ouvir esse disco.
Stations (2008)
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p.z.
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11:17
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Acho que o nome da banda é bem intuitivo, mas pra quem não se ligou, eu explico.
Omar Rodriguez foi o guitarrista do At the drive-in (R.I.P.) e hoje é uma das cabeças pensantes e cabeludas do Mars Volta, banda que também empresta o vocalista Cedric Bixler-Zavala (a outra cabeça - também ex-ATDI) e o baixista Juan Alderete. Pra completar o time, Zach Hill e Jonathan Hischke, do Hella.
Por isso, não espere nada muito diferente de Mars Volta, a não ser a bateria sempre insana do Zach.
Cryptomnesia (2009)
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p.z.
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01:24
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"Post Metal" instrumental de Chicago.
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p.z.
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12:51
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Dupla inglesa pra quem gosta do jeitinho Hella de se fazer música instrumental. Ok, não chega a ser tão insano quanto o Hella, mas é muito bom de qualquer forma.
Eles acabaram de lançar um novo album - Tanknology -, mas eu ainda não o encontrei por aí.
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p.z.
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17:57
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Um clássico incontestável do hardcore straight edge, o GB começou em 87, e de lá pra cá já acabou e voltou várias vezes à ativa, inclusive chegando a gravar esse EP aí embaixo em 2006, com duas músicas inéditas.
Na sua formação, Anthony Civarelli (aka Civ), que depois formou a banda com o originalíssimo nome CIV (um dos primeiros posts deste blog), e Walter Schereifels (Quicksand, Rival Schools, Walking Concert - todas também já postadas aqui), além de outros membros ligados a bandas como Side by Side, Project X, Youth of Today, Warzone, Judge, e por aí segue a lista....
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p.z.
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12:26
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Colour green é o único disco da cantoratriz Sibylle Baier gravado durante uma sessão caseira em 1972. Acompanhada apenas por um violão, com uma atmosfera intimista, um disco folk sofisticado, guiado por uma voz de doçura venenosa (de tão funda), o colour green transmite uma melancolia pôr-do-sol que nenhum disco jamais me fizera sentir antes.
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nathan
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15:50
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Algo entre Queens of Stone Age e Belle & Sebastian. De Denton, Texas, mas lançado por um selo europeu. Por ex-estudantes universitários de jazz (que não sei se formaram). Toda a discografia deles é legal, mas "O cara" mesmo é esse aqui:
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nathan
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17:34
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Um grande destaque entre as milhares de bandas boas que vira e mexe meu amigo Bruno Faleiro me apresenta.
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nathan
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19:33
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Ca
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01:09
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Não sou nem muito entusiasta da banda, mas esse disco é com certeza um clássico inquestionável do que chamam indie rock. Um boníssimo clássico. Ainda bem que eu conheci o stereolab pelo peng!, pois assim sempre nutrirei grande simpatia pela sequência (extensa, 10 discos subsequentes) de charmosa franco-inglesinha experimentação sensualitê, dos quais nem gosto muito. Pra quem não conhece, conheça da forma certa. Esse disco é do caralho.
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nathan
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20:00
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Trio californiano que faz um math rock de primeira. O EP "Idioms", disponibilizado de graça no site dos caras, é um álbum de covers de bandas como Beach Boys, Clash e Pixies. Já "Complex Full of Phantoms" é um split com com os texanos do By the End of Tonight.
www.teramelosmusic.com
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p.z.
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10:32
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O novo disco do Decemberists é daqueles que uma música é continuação da outra, e todas juntas contam uma historinha. Com certeza isso deve ter um nome, mas eu não estou me lembrando. Divirtam-se.
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p.z.
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16:57
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Novíssimo álbum do Will Oldham, mais conhecido como Bonnie "Prince" Billy.
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p.z.
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14:49
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Saiu (há um tempo já, desculpe o atraso) o disco novo de uma das bandas que mais gosto (gosto-tenho-camiseta-dou-faniquito-e-etc.) Com certeza é um disco inédito, criativo, de uma banda que ainda tem muito o que produzir, não apenas um repeteco autoplagiário que vem sido a característica infeliz de bandas com já algum tempo de estrada que tiveram discos lançados no ano passado. (Apesar de que alguém possa identificar uma ou outra semelhança ao Good Life, não que isso seja negativo.)
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nathan
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10:54
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Vazou o album novo dessa banda super otima já postada aqui....
Download
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Ca
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14:28
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Pra quem sente saudades do Cap'n Jazz...
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p.z.
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15:08
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Vazou o novo ep duplo do Beirut/real people
enjoy folks
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Ca
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11:45
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Segundo disco da série solo do maluco, seguindo a mesma idéia do primeiro, que está (ou estava) aqui.
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p.z.
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12:48
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Trio de Moscou eleito pela revista Rolling Stone gringa o mais promissor grupo de Post Rock da Rússia. Não que a concorrência seja muito grande..
www.eimicmusic.com
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p.z.
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11:16
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Ocean Beach (1995)

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nathan
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23:20
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Ritual (2008)

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Ca
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03:40
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"This album has never been released, is not available for sale, and has never been seen or heard by anyone other than a handful of people who have personally received a copy of this record. It pre-dates all of his work with Beirut and does not bear any influence of the Balkan/Eastern Gypsy sound that he has become reknowned and critically acclaimed for; however, it's a highly precocious album that's steeped in amazing melodies draped against a backdrop of synthesized electronica: imagine an entire electronic/experimental album in the style of Scenic World with Zach's distinctive vocals and the occasional appearance of his famous brass instrumentation."
é uma coletanea de 21 musicas sem titulo e gravadas pelo Zac Condon, antes de formar o Beirut...

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Ca
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18:41
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_Noise_Conspiracyfptp.jpg)
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nathan
às
19:16
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"Bright Red Paper plays virtuosic, dynamic, ambient-but-high-energy cello-driven stuff", segundo os próprios, que vêm de Portland.
www.brightredpaper.com
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p.z.
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10:11
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Álbum mais recente desses japas que adoram colocar nomes gigantes em seus álbuns e músicas, e que já foram postados aqui.
http://tee.daa.jp/
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p.z.
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12:37
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Continuando na França, continuando no instrumental.
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p.z.
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23:49
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Mais uma instrumental, dessa vez da França.
http://fago.sepia.free.fr
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p.z.
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15:00
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Projeto instrumental de Jean Dolabella, batera do Sepultura.
www.myspace.com/indireto
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p.z.
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22:53
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"Slowcore" de Duluth, Minnesota. Low foi uma das primeiras a adotar e popularizar esse estilo.
esse é o álbum mais recente deles, muito bom por sinal.
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Ca
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20:02
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O Japão deveria ter mais bandas instrumentais. Ou pelo menos eu deveria conhecer mais algumas.
Alguma dica boa?
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p.z.
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13:57
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Mais um projeto de Geoff Farina, fundador de uma das melhores bandas do planeta, o Karate.
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p.z.
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14:19
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Ca
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20:48
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Album novo do Mogwai.

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Ca
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17:38
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Side project do voz de travesseiro erlend øye, segunda voz do bonitinho kings of convenience. Começou como um projeto eletrônico de música dançante, depois virou banda. Arranjos sequinhos, vocais bonitinhos, assim, bem simpático. Posto até agora o único CD da banda, dreams. Ótimo cd pra escutar no ônibus.
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nathan
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18:52
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Banda de post-rock,shoegaze da virginia formada no ano 2000.
detalhe para o nome da banda retirada do livro A Metamorfose de Franz kafka.
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Ca
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23:28
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Banda experimental da Livonia, Michigan. HNIA tem uma longa discografia, mas so vou postar um album deles que considero um dos mais bacanas.
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Ca
às
23:48
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Primeiro e novíssimo trabalho desse duo que é formado por Zack de la Rocha e Jon Theodore, ex-Rage Against the Machine e ex-The Mars Volta, respectivamente.
Valeu, Sonho!
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p.z.
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17:36
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Bleeding Light (2005)

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nathan
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15:57
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projeto solo japonês de Katsuhiko Maeda que mistura eletrônico com post rock, bem interessante.

Dream’s end come true (2002)
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Ca
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23:10
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Tive receio de escutar o disco novo do m83, banda que sou absolutamente fã, por uns tempos. A impressão de que nada superaria o disco anterior, Red cities, red seas and lost ghosts era concreta. E no fim das contas eu, ao menos pra mim, continuo certo. Obra prima é obra prima.
De qualquer forma, quem baixar o saturdays = youth não se decepcionará - não se trata de um mau disco. Seu nos leva a pensar que se deu início a uma nova fase do som do (ou dos?) cara (s). Arranjos mais limpos, guitarras "de verdade", mais vocais, letras concretas, etc... Ao ler em um blog desses um comentário sobre o disco, não me lembro qual blog, me espantei (ainda não tinha escutado). O cara dizia lá que a banda lembrava o depeche mode.
Confesso aqui que gosto bem de depeche mode, mas estava lendo sobre o m83 e tomei aquilo quase como uma ofensa pessoal. Comentava isso com uma amiga esses dias, foi um momento anti estético da minha vida. Explico: Vivemos uma tendência back to the 80's, que no final das contas anda enchendo bem o saco. Até era de se esperar que o m83 poderia, de alguma forma, seguir essa tendência, justamente por ser uma banda eletrônica. Na minha visão de fã, por princípio a banda rompe esse preceito de seguir tendência: a defini aqui como synth post rock (foi a única vez que li sobre ou escrevi essa definição meio absurda). Nisso aí consiste a anti estética da coisa: A banda agiu dentro do que se poderia definir como o "esperado" em termos de época: Arranjos nada supreendentes de fórmulas batidas, enfim, nada mesmo de novo, apesar de ser completamente diferente dos outros discos.
Fui escutar o disco: You appearing, a primeira música, me lembrava... m83 mesmo. Ponto pra mim, ponto a menos pro cara. Até...
Que escutei coisas que me lembraram realmente o depeche mode -apesar de não serem de todo ruim - e caralho, como eu odiei o depeche mode no momento, apesar de gostar da banda. A terceira música, skin of the night é uma coisa meio new age, equivocada demais. Tem também a up!; sexta música, que me pareceu uma versão melhoradinha do que seria uma mistura de air com enya. Até...
Quando cheguei a exata metade do disco. Escutei a música We own the sky, maravilha, parecia o "bom" m83. Senti uma pontinha de alívio, pelo menos uma música pra tornar o disco mais confortável pro pessoal que tá acostumado a ouvir a banda. seguindo a tracklist, Highway of Endless Dreams : 7:00 am/ dusty road/ I'm gonna drive untill it burns my bones. Porra, do caralho. Textinho de efeito dito, parecia outro disco, um disco intermediário entre o read cities.. e esse ornitorrinco que eu escutava há uns minutos. Um belo e fresquíssimo disco. Com um revigorante amadurecimento ante o disco anterior. Músicas bonitas, menos vocais, sintetizadores post-róquicos, enfim, m83 uns anos mais velho. Até...
O final, apoteótico! Midnight souls still remain, vai por mim, título auto explicativo, de fuder. Terminei o disco: reli o título, como normalmente costumo fazer com os raros livros que eu leio. Tento achar alguma coisa que reúna aquelas palavras ali na capa em decorrência das outras milhares no interior: Saturdays = youth.
Daí eu escutei a segunda vez e achei que a quinta música, Couleurs só era instrumental porque não acharam o Martin Gore pra gravar os vocais, mas sem ofensa pessoal pra nenhum fã de m83 ou depeche mode que por ventura tenha tido paciência pra chegar em sua leitura até aqui. A música é foda. Achei também o resto todo do caralho (menos a terceira e a sexta músicas).
Enfim, continuo certo, pelo menos pra mim: quem baixar o disco não se decepcionará.
Todavia, conforme prometido...

Red cities, red seas and lost ghosts já postado aqui.
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nathan
às
11:50
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Banda de Austin. Folk, Country, lo-fi e shoegaze; bom pra caralho. Atenção pro arranjo de metais meio chicano em Disappearer (faixa 6). Muito fodas as fotos de divulgação da banda. Algumas e mais em: http://www.myspace.com/thelowlows

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nathan
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22:13
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